Por que fazer vídeos? Entenda e comece já!

Seguinte, muita gente tem me falado que quer fazer vídeos mas tem vergonha ou tá procrastinando porque acha que não leva jeito.

Eu tenho uma coisa pra contar pra vocês. Salvo raríssimas exceções a grande maioria dos youtubbers, bloggers e até o cara das Casas Bahia não nasceu pronto. É treino.

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High Stakes Experience: 9 atitudes dessa tribe que você deve copiar

Os últimos dias foram realmente intensos pra mim. Estive na High Stakes Experience, evento sobre alta performance, dei uma pausa para dar meu curso de Marketing Digital Definitivo e pra fechar, participei de um Mastermind Day com o Henrique Carvalho, do Viver de Blog. A cabeça está a mil e o coração pleno. E se tem uma coisa que aprendemos nestes dias é compartilhar, então quero fazer isso o mais rápido possível, para que nenhuma ideia se perca.

Primeiro, sobre a High Stakes Experience. Quem me conhece sabe que estou participando do Moving Up, curso do Gabriel Goffi que eu nem sei como classificar quando me perguntam sobre o que é. Em teoria trata-se de alta performance, mas vai muito mais além. É uma jornada de descobrimento e desenvolvimento pessoal.

Percebo algum preconceito, me perguntam se é autoajuda. O que tenho a dizer é: quando falamos de tudo o que é High Stakes estamos falando de um cara de 28 anos que levou 2500 pessoas para um evento sem precedentes em termos de experiência (que é a grande bola da vez para conquistar audiência). Estamos falando de um cara que olha todo mundo no olho e inspira cada uma dessas pessoas a dar o seu melhor. Poderia ser um monje, poderia ser um pastor, mas é só um cara que me faz enxergar que sou normal com as minhas inquietudes. Desde o primeiro vídeo que assisti, tenho a sensação de que pertenço a essa tribe.

Ele junta pessoas com a mesma “vibe” em prol de um mundo mais evoluído, um a um. E, além de tudo isso, está ganhando milhões com isso. Não só ele, mas todo mundo que ele nos apresenta e apresentou nesse evento. São pessoas que seguem os mesmos preceitos e se deram bem financeiramente com isso e ainda por cima, são felizes (rs). Não seguir estas pessoas é, no mínimo, burrice.

Pra mim pouco importa como querem chamar. Me faz bem, trabalha 5 pilares essenciais – e eu sempre acreditei que tudo deve estar em equilíbrio: financeiro, relacionamentos, corpo e mente, controle emocional e profissional.

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Estamos falando de misturar meditação com dinheiro, alimentação com alta performance, reprogramação cerebral com ancestralidade, realidade virtual com shiatsu emocional, biohacking com a simplicidade de colocar o pé na grama e tomar sol todos os dias. Não é sensacional? Eu acho.

Mas o que eu quero destacar aqui é o que mais me chamou atenção nessa tribe durante o evento: são pessoas extremamente diferentes – nerds, descolados, super empresários –, mas que têm algumas características em comum que vale à pena observar. Vamos lá:

  1. Elas não se atrasam
  2. Elas não saem no meio da palestra
  3. Elas estão “all in” assistindo a palestra – ninguém abriu um notebook, ninguém ficou conversando com o amiguinho do lado. Foco 100%.
  4. Elas batem palmas de verdade, sem mão mole, e quando acham que devem, ficam de pé para aplaudir
  5. Elas se envolvem nas atividades propostas pelos palestrantes
  6. Elas se cumprimentam com olhos nos olhos
  7. Elas, por mais que sejam tímidas, saem da zona de conforto para se conectar
  8. Elas questionam tudo o que lhes é apresentado, mas se abrem ao novo sem preconceitos – ou melhor, deixando de lado seus pré-conceitos – e o primeiro passo para isso é prestar atenção no que está sendo falado
  9. Elas “fucking care”, pegando emprestado o termo que o Goffi usa. Se preocupam com quem está do lado, com o que estão fazendo ali e no seu dia a dia.

E não foi só a minha impressão, muita gente falou sobre isso. Um rapaz contou, por exemplo, que o colega ao lado pediu para olhar sua mochila para ir ao banheiro; quando voltou, chegou com dois cafés. Ele trouxe um café somente como agradecimento pelo cara ter olhado sua mochila. São pequenos gestos, mas são eles que, no contexto, vão mudando tudo. Parafraseando novamente o Goffi,

é muito menos o que você fala, muito mais o que você faz.

 

Minha reflexão foi essa: quando você vai a um treinamento ou evento, como se comporta?

Eu pretendo melhorar algumas coisas, e você?

No próximo artigo vou trazer meus learnings em frases marcantes dos palestrantes. E ainda tem muito mais!

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Por Ana Flavia Lacchia