segurança nas redes sociais

Você sabe como está sua segurança nas redes sociais?

A segurança nas redes sociais é uma grande preocupação para os empreendedores que começam a explorar esses ambientes para praticar o marketing digital. Será que é realmente seguro manter um perfil empresarial ativo? Quais são os riscos que existem no mundo digital e podem afetar o seu negócio?

O objetivo da utilização das redes sociais é melhorar a imagem da empresa e atrair um público interessado no seu produto ou serviço, certo? Porém, tudo isso pode ficar comprometido quando ocorrem problemas de segurança. Imagine o impacto negativo que aconteceria se o seu perfil do Facebook fosse hackeado e publicasse conteúdos ofensivos.

As redes sociais podem trazer muitos benefícios para o seu negócio, basta que você fique atento a algumas questões básicas de segurança na internet. Neste artigo, veremos como você pode avaliar a segurança nas redes sociais. Confira.

Os perigos da internet

A segurança nas redes sociais inicia com a consciência em relação aos perigos que podem existir na internet. Nem sempre os problemas nesse âmbito estão exclusivamente nas interações feitas dentro das redes sociais: a abertura de um e-mail malicioso pode comprometer a segurança da sua rede e impactar nos seus perfis na mídia, por exemplo.

Para ajudá-lo a evitar situações de risco, listamos os principais perigos da internet:

  • Furto de identidade: acontece quando uma pessoa mal-intencionada cria um perfil falso da sua empresa nas redes sociais, tentando se passar pela sua marca – seja para fazer vendas falsas ou simplesmente manchar a sua reputação.
  • Fraude de antecipação de recursos: é um golpe em que é solicitada determinada quantia de dinheiro em troca de um benefício futuro. Um ótimo exemplo disso é um anúncio no Facebook que promete aumentar o número de seguidores da sua página e solicita o pagamento adiantado.
  • Phishing: é uma técnica de engenharia social utilizada para obter informações sigilosas. Acontece quando você recebe um e-mail de alguém que se passa pelo Instagram solicitando o seu nome de usuário e senha, por exemplo.
  • Códigos maliciosos: vírus, spywares, bot e cavalo de troia são alguns exemplos de códigos maliciosos que estão presentes na internet – seja nos sites que você acessa, em e-mails recebidos ou até mesmo em links nas redes sociais.
  • Spam: são aquelas mensagens indesejadas enviadas para milhares de pessoas todos os dias. Apesar de parecerem inofensivas, as mensagens de spam podem produzir efeitos negativos – como a perda de tempo para apagá-las, o consumo da internet ou a propagação de códigos maliciosos.

Como aumentar a segurança nas redes sociais?

As redes sociais podem ser muito seguras quando você consegue evitar os perigos que acabamos de ver. Adotando as práticas corretas, é possível extrair apenas os aspectos positivos desses ambientes. Veja como é possível aumentar a segurança nas redes sociais:

  • Mantenha os programas atualizados. Não só o antivírus, mas todos os programas e sistema do seu computador devem estar sempre atualizados para evitar vulnerabilidades.
  • Utilize senhas seguras. Uma das formas mais fáceis de prejudicar as suas redes sociais é quando outras pessoas conseguem descobrir a sua senha. Por essa razão, procure utilizar sempre senhas seguras – que são longas, não seguem uma lógica e exploram uma combinação com diferentes tipos de caracteres.
  • Configure a autenticação em dois-fatores. Várias redes sociais permitem que você adicione uma camada extra de segurança com a autenticação em dois-fatores – que é a solicitação de duas autenticações diferentes para acessar uma conta de um novo local (com a senha e confirmação por SMS, por exemplo).
  • Tenha bom senso na navegação. Essa, talvez, seja a principal forma de manter a segurança nas redes sociais. Desconfie de mensagens recebidas de estranhos, evite clicar em links desconhecidos e não acredite em propostas muito vantajosas. Com base no bom senso, é possível escapar de grande parte dos perigos da internet.

E então, como está a sua segurança nas redes sociais? Quer aprender ainda mais sobre o assunto e reduzir os riscos para a sua empresa? Então, acesse o nosso e-book com Dicas de segurança e privacidade nas redes sociais e até a próxima. 

redessociais

As redes sociais não são a salvação para os seus problemas

Há mais de 3 anos escrevi um artigo com quase esse mesmo título. Hoje escrevo o mesmo, para provocar. Justamente porque, 3 anos depois continuo escutando dos clientes as mesmas queixas. “Não estou vendendo” e o novo “não estou conseguindo os leads que preciso”. Antes de falar que eu não estou entregando resultado aos clientes, sugiro lerem o artigo anterior aqui. Depois podem voltar (rs). Agora sim: querido cliente, e a sua parte, você está fazendo?

Em primeiro lugar: o quanto você está envolvido na produção de conteúdo da sua agência? Você está cumprindo com o combinado de quando a contratou? Você a deixa trabalhar de acordo com a proposta que fecharam? Ou começa a cortar custos a partir do primeiro mês de contrato?

Sobre conteúdo para geração de leads: o que você está oferecendo para que os potenciais leads queiram deixar seus contatos para você? E a nutrição? Está sendo feita? E as ofertas que você faz? São consistentes? Existe planejamento? Seu time de vendas está alinhado com marketing e social media? Todo mundo se conversa? Existem todos estes times? Ou você só apostou em uma das linhas?

Depois: sabe-se, e sua agência deve dizer, que os consumidores, essencialmente os millenials, querem comprar experiências e não produtos. E aí? O quando o seu produto se encaixa nesse critério? O quanto você está investindo no seu produto para isso? Ele continua com a mesma embalagem de 1910? E a divulgação offline? A quantas anda?

Você, dono do negócio, está fazendo seu social selling? Os consumidores das mídias sociais já viram seu rosto? Sabem a que veio? E seu time interno, está engajado o suficiente para engajar externamente? Quando sua agência sugere uma selfie interna – porque sabe-se que o público externo ama ver um bastidor-, você faz essa selfie? Quantos vídeos você já fez mostrando o seu rosto e dando sua cara à tapa em seus canais?

Mas talvez a pergunta central seja: o quanto você confia em sua agência? Você acata o que ela sugere ou prefere acatar o seu feeling ou o que “ouviu por aí” que dará certo? Porque talvez seja isso que distancia o que você comprou e te encantou na proposta que ela te apresentou do que hoje “não está trazendo resultados”.

Hoje há muita informação disponível na internet e muita gente “manjando de muita coisa”, principalmente num assunto tão “fácil” quando marketing digital, então é tentador “se sentir inclinado a ser mais um expert no tema, mas deve existir algum motivo para existirem especialistas e estudiosos no tema.

Ironias à parte, estamos falando de um mercado extremamente volátil e, muitas vezes, empírico por natureza. As coisas mudam todos os dias. Tio Mark (o Zuckerberg), só para exemplificar, adora nos desafiar mudando algoritmos quase diariamente. Se nós que fazemos isso todos os dias temos dificuldade em acompanhar, imaginem quem não atua nesse mercado especificamente.

Outro dia um prospect me questionou qual eu achava ser a diferença entre uma agência digital e uma agência offline que incorporou um braço digital. Em minha concepção, (desculpe se pareço rude), a diferença é que as agências digitais não precisam vender offline e as agências offline fazem o que for preciso para vender o online, porque é o que todos estão procurando. Dessa forma, elas acabam vendendo, mesmo sem saber o que estão fazendo e, com isso, acabam prejudicando o mercado. E muitas vezes jogando ao ar expectativas que os especialistas não conseguem cumprir, porque não são cabíveis. Só pra começar o drama.

Então, fica aqui a reflexão. Contratantes, façam essas perguntas acima antes de escolher sua agência. E mais: “Até onde eu vou me envolver nessa estratégia antes de dizer que ela me dará ou não vendas e leads e, antes disso, quanto tempo eu tenho?” Se a resposta for menos de seis ou doze meses, desista. Não existe almoço grátis e muito menos fast food, seja qual for a estratégia proposta. Aqui, ou ali, o segredo é trabalho. E pela minha experiência quase fóssil de 8 anos em digital, eu posso dizer: vamos mais longe em mais tempo, mesmo se tratando de estratégias extremamente rápidas e meios ágeis. A construção de imagem ainda é o segredo. E quanto mais tempo com o mesmo parceiro, mais longe dá para ir.

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Campanha política nas mídias sociais: o futuro já chegou

(e 4 motivos para contratar um especialista para sua campanha nestes canais)

Há algum tempo, não tão distante, falar em meios digitais para conquistar vendas, angariar votos ou fazer marketing pessoal ainda era muito teórico e pouco prático. Campanha política nas mídias sociais tinha, inclusive, uma conotação negativa. No fundo, havia um descrédito de que a ferramenta fosse funcional o suficiente, atingisse boa parcela da população e fosse algo do futuro. Bem, o caso é que as mídias digitais “invadiram” nosso mundo e é importante saber trabalhar com elas.

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