Programe ou seja programado; entre na era digital ou…

… simplesmente, suma do mapa.

Ontem participei do II Fórum Mobile Marketing Brasil, da Rank My App. Adoro os eventos deles e sabia que ontem não seria diferente.

A palestrante que me chamou mais atenção foi a Camila Achutti, da Mastertech. Eu já a admirava mesmo sem conhecer pessoalmente, porque ela carrega uma bandeira mega importante da representatividade das mulheres em cenários masculinos, como o de programadores. Mas, além disso, ela é super dinâmica e divertida e nos ensinou a criar um aplicativo em segundos, além de desmitificar o conceito de que programação é difícil e só para quem é de exatas. Foi sensacional.

Mas o que mais saltou aos olhos foi um dos primeiros slides:

PROGRAME OU SEJA PROGRAMADO.

Ou seja, ou você entende de que forma funciona a internet, os aplicativos, tudo o que você – e o mundo está vivendo – ou você pode ser manipulado pela sua falta de conhecimento. Faz sentido? Pra mim faz.

O assunto não é novo, mas ver pessoas resistentes à Internet e ao Marketing Digital é super recorrente na minha vida.

Os potenciais clientes que chegam até mim têm 2 perfis:

  • eu vi que fulano está tendo bons resultados em marketing digital, então também quero ter;
  • eu odeio as redes sociais, mas preciso estar nelas.

E ainda tem os que não chegam, porque estão alheios à essa realidade e não dão a devida importância ao cenário digital.

O que posso ver dessa amostragem com a qual convivo é que as pessoas preferem atribuir o Marketing Digital à quem sabe, do que aprender sobre um tema que não é mais opcional, principalmente para empreendedores.

Como diria minha guru Beia Carvalho (palestrante futurista),

não tem como fazermos coisas novas com ferramentas antigas.

Ou seja, não tem como conquistar novos clientes, sem investir em Marketing Digital.

Mesmo quem opta por mídia tradicional, tem que vislumbrar formas de fazer isso de uma forma mais digital, ou pelo menos linkada a essa era. Caso contrário, corre o risco de não gerar identificação com o novo consumidor.

Ok, ainda existe uma desculpa: você pode dizer que seu público / persona / avatar são idosos e que eles não usam mídias sociais, eles lêem jornais. Mas os dados não mostram isso.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), de 2008 para 2013, o porcentual de idosos que acessam a internet passou de 5,7% para 12,6%. Ainda segundo o instituto, até 2025 haverá no País cerca de 31,8 milhões de pessoas com mais de 60 anos, a sexta maior população de idosos no mundo.

Além disso, a expectativa de vida do brasileiro aumenta consideravelmente todos os dias, ou seja, as pessoas não só morrem mais tarde, como permanecem mais lúcidas e antenadas mesmo na considerada “terceira idade”.

Mais um dado relevante: 56% da população brasileira está na internet. Praticamente a metade. Vale a pena pensar se o copo está cheio ou está vazio. Para mim está cheio, bem cheio.

Fora isso, o mercado brasileiro é só 5% do mundo, ou seja, se olharmos para fora, as possibilidades são gigantescas. Você já pensou em replicar seu negócio fora daqui? É uma coisa que a internet te proporciona!

Quer mais dados? Os brasileiros checam suas redes sociais mais de 70 vezes POR DIA. Eles não checam a TV, o jornal ou a revista. Checam as redes sociais. Você tem 70 chances de impactar seu potencial cliente, todos os dias, every single day.

Os brasileiros dormem com o celular na cabeceira. (Eu durmo, e você?) E além disso, estão cada vez fazendo mais compras exclusivamente online.

Dei só alguns exemplos aqui para te ajudar a refletir. Será que ainda faz sentido ficar de fora desse mundo? Será que negócios que “não querem” crescer no meio online – ou não estão crescendo como poderiam ou deveriam – poderão atingir o sucesso? Ou melhor, será que eles continuarão existindo sem fazer a sua inclusão digital?

Se quiser aprender a entrar de uma vez nessa nova era – que já começou – não dá mais tempo de adiar – acesse aqui.